A propósito do regresso (e dissabor) da Ana Cecília ao (novo) ISPA, só posso dizer que a desilusão por ela vivida (e tão bem comentada) se extende à desilusão do (meu) conhecimento d(ess)a actualidade.
A memória é o local onde reavivamos a saudade que a realidade nos impede repetir.
O (nosso) ISPA será sempre o ISPA que (tão bem) a Ana descreveu. É esse ISPA que vive em mim, na Ana, e, por certo, em (todos) nós... e é esse ISPA que perdurará.
Com isto, só temos a lamentar que outros mais recentes não possam viver e experimentar a (mesma ou idêntica) vivência que nós tivemos a sorte (e o saber) de edificar.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades... e também as vivências. Não são melhores... nem piores... são apenas... diferentes.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
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